Ninguém emagrece efetivamente sem reorganizar a vida e preparar-se para este evento. Emagrecer e ficar magro é uma condição que exige competência para lidar com a força imposta pela nova imagem corporal adquirida através do tratamento.
Martins – 1994

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Bate papo com Brené Brown - Parte 5

Sobre as coisas que atrapalham

Diz Brené Brown:

"Eis o resumo da ópera:
Se queremos viver e amar com todo o nosso coração, e se queremos nos relacionar com o mundo a partir de uma afirmação de valor, temos que falar das coisas que atrapalham, especialmente vergonha, medo e vulnerabilidade.
Mais eis o dilema: por que o como fazer é tão encantador quando, na verdade, nós já sabemos como fazer, mas continuamos parados no mesmo lugar ansiando por mais alegria, conexão e significado?
Nós não falamos das coisas que nos fazem comer até passarmos mal, e que nos deixam desesperados para adormecer a dor e aliviar o nervosismo, absolutamente ansiosos e com tantas dúvidas sobre nós mesmos que não conseguimos fazer aquilo que sabemos que é o melhor para nós. Não falamos do tipo de luta por valor que se tornou tão presente na nossa vida que nem percebemos estar lutando.
Nossas histórias não são para qualquer um.
Não precisamos de amor, pertencimento e atenção às nossas histórias de todas as pessoas que fazem parte da nossa vida, Se tivermos essa pessoa ou um grupo pequeno de confidentes, a melhor forma de reconhecer essas conexões é reconhecer nosso valor pessoal. Se estamos trabalhando por relacionamentos baseados em amor, pertencimento e história, temos que começar da mesma forma: eu sou valioso."

Você percebe o quanto é difícil enfrentar nossas dificuldades e, principalmente, nossas experiências de vergonha, medo e vulnerabilidade?
Você percebe o quanto é projetada na comida, nossa tendência em buscar alívio?
Sendo assim...


































Parte 4 - Sobre o Valor pessoal

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Bate papo com Brené Brown - Parte 4

Sobre o Valor pessoal

Diz Brené Brown:

"Quando somos capazes de deixar pra lá o que as outras pessoas pensam e passamos a assumir nossa história, ganhamos acesso ao nosso valor pessoal, o sentimento de que somos suficientes do jeito que somos, e que merecemos amor e pertencimento. Quando gastamos uma eternidade tentando nos distanciar das partes da nossa vida que não combinam com quem nós pensamos que deveríamos ser, ficamos observando nossa história de fora e lutamos constantemente por nosso valor, tentando ser perfeitos, agradar aos outros e provar que merecemos alguma coisa. Nosso sentimento de valor pessoal, aquela coisa criticamente importante que nos dá acesso a amor e pertencimento, vive dentro da nossa história.
O maior desafio, para a maioria de nós, é acreditar que somos valiosos agora, neste minuto. Valor pessoal não tem pré-requisitos. No entanto, muitos de nós criamos conscientemente ou aceitamos/recebemos, inconscientemente, uma longa lista de pré-requisitos ara o valor pessoal:"









Como você anda vivendo sua história?
Qual a medida de auto valor que se permite?
O que pode fazer por si mesmo para dinamizar seu processo de auto valor?
De que forma tudo isso pode lhe ajudar a constituir o corpo que merece?

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Bate papo com Brené Brown - Parte 3


Sobre a Vergonha
Diz Brené Brown:

"A vergonha odeia quando procuramos ajuda e contamos nossa história. Ela odeia ter palavras aos seu redor, pois não consegue sobreviver quando é compartilhada. A vergonha adora segredo. A coisa mais perigosa a fazer depois de uma experiência vergonhosa é esconder ou enterrar nossa história. 

Quando escondemos nossa história, a vergonha se multiplica. Eu me lembro de dizer em voz alta: 'Preciso falar com alguém agora mesmo. Coragem Brené!'

Mas há um aspecto complicado na compaixão e sintonia: não podemos chamar qualquer um. Não é tão simples. Tenho muitos bons amigos, mas existe só um punhado de pessoas com quem posso contar para praticar compaixão quando estou na escuridão da vergonha.

Se compartilharmos nossa história vergonhosa com a pessoa errada, isso pode acabar virando mais um componente da já perigosa tempestade. Precisamos de sintonia sem interferência em uma situação dessas, algo como uma conexão de fibra ótica. É sempre bom evitar as..."


Eis, aqui, um grande desafio!
Enfrentar sua sombra sem que ela signifique uma vergonha intransponível.
Nunca se esqueça de que, a condição humana inclui a sombra para que a luz se propague.
Viva sua vida com a integração de experiências vergonhosas, para que seja possível viver, também, experiências satisfatórias.


Então... como você tem compartilhado suas histórias?
Como se sente depois que dessa auto permissão?

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Bate papo com Brené Brown - Parte 2

Sobre a Vida Plena




Para enfrentar o processo de emagrecimento, é adequado considerar nossa humanidade ancorada na imperfeição. Tendemos a nos cobrar de forma rígida e, cada vez que alimentamos esse núcleo de cobrança, causamos um efeito natural de camuflar nossas sombras. O problema disso é que não há como eliminar a sombra sem eliminar a luz... Nos tornamos autômatos, buscando formatar uma vida de aparência, afastando de nossa experiência a autenticidade que garante uma vida plena.


sexta-feira, 27 de junho de 2014

Bate papo com Brené Brown - Parte 1

Li duas vezes, o livro de Brené Brown, "A arte da imperfeição" e terminei de ler, também, seu outro livro, "A coragem de ser imperfeito". São sensacionais e os recomendo!
Porém, independente da recomendação, me proponho a compartilhar trechos do 1º livro, para fomentar uma reflexão acerca de conceitos naturalmente abafados, pela tendência que temos de nos afastarmos do enfrentamento.

Quanto ao desafio do enfrentando, vale lembrar que, é difícil olhar de frente os impedimentos da vida, pois quando nos propomos à essa tarefa, estamos nos comprometendo com duas questões que demandam coragem. A primeira delas, diz respeito ao abandono da culpabilização do outro e a segunda, como efeito, a apropriação da auto responsabilidade. Isso é suficiente para nos mantermos afastados do enfrentamento. Porém, vale ressaltar que essa dinâmica de resistência, garante a manutenção do estado de refém, pois continuamos dependentes emocionalmente de um Outro que, em geral, não possui o poder de nos libertar.



Sendo assim, convido você à nossa primeira reflexão no bate papo com Brené Brown, formada em Serviço Social, pesquisadora e escritora.




Diz ela:

"Durante o processo de reunir milhares de depoimentos de diversos homens e mulheres de todo o país, com idade entre 18 e 87 anos, enxerguei padrões sobre os quais quis saber mais. Sim, todos nós lutamos contra a vergonha e o medo de não sermos suficientes. E, sim, muitos de nós temos medo de deixar o verdadeiro eu ser visto e conhecido. Mas nesse grande amontoado de informação também havia histórias e mais histórias de homens e mulheres com vidas surpreendentes e inspiradoras. Vidas que contavam sobre a força que existe em aceitar a imperfeição e a vulnerabilidade. Aprendi que existe uma relação indissociável entre alegria e gratidão, e que coisas que considero comuns, como descanso e lazer, são vitais para nossa saúde tanto quanto alimentação e atividade física. Esses participantes da pesquisa confiavam em si mesmos e falavam de autenticidade , amor e integração de uma forma totalmente nova pra mim.

Ao começar a analisar as histórias, eu procurava temas recorrentes. Percebi que os padrões geralmente caíam em uma de duas colunas; para simplificar, chamei essas colunas de Sim e Não. A coluna Sim estava repleta de palavras como valor, descanso, lazer, confiança, fé, intuição, esperança, autenticidade, amor, integração, alegria, gratidão e criatividade. A coluna Não trazia palavras como perfeição, alienação, certeza, exaustão, autossuficiência, ser descolado, ajuste, crítica e escassez. 

Eu me sentei na cadeira vermelha da minha sala de café e encarei essas duas listas por um longo tempo. Lembro-me que em certo momento estava sentada ali, com lágrimas nos olhos e a mão cobria a boca, como se alguém tivesse acabado de me dar uma má notícia. 

E, na verdade, era uma má notícia. Pensei que descobriria que pessoas que vivem plenamente seriam como eu e fariam as mesmas coisas que eu fazia; trabalho duro, seguindo regras, repetindo algo até acertar, sempre tentando se conhecer melhor, criando os filhos de acordo com as regras...

Após estudar durante uma década tópicos difíceis como vergonha, eu realmente acreditava que merecia a confirmação de que 'estava vivendo corretamente'.

Mas eis a dura lição que aprendi naquele dia (e em todos os dias desde então):"


Qual a relação desse papo com nosso tema "EmagreSer Integral"?
A relação é total, na medida em que, o emagrecimento depende muito mais de nossa capacidade de acolher a vulnerabilidade com ternura e generosidade, do que, simplesmente, seguirmos regras superficiais e desconectadas com o nosso Ser!
Então... o que você pensa e sente, a respeito?
Estarei, em breve, com mais um bate papo...

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Saindo do casulo


Desde abril, quando completei 50 anos, sem me dar conta, me afastei das postagens aqui no blogger.
Não tem um motivo específico, mas de alguma forma, isso deve ter algum significado.
Sendo assim, respirei fundo e busquei nas minhas lembranças, o que estive fazendo nos dois últimos meses.
Penso que foi um tempo para encontrar comigo mesma nessa nova fase cinquentenária...
Muito a se pensar, muito a se sentir...
Tempo de se observar e identificar os saldos dos investimentos de uma vida...
Nesse meio tempo, estive postando no Facebook, como de costume, porém, também de uma forma mais contida, introvertida.
Considerando que o blogger é um espaço bem pessoal e que expressa minha trajetória profissional, compreendo porque aqui eu me calei. Percebo que foi um silêncio de quem entra no casulo para maturar novas experiências.
Saldo positivo! Estive, de fato, maturando...
E desse caldo, o fundamental se localiza no meu estudo sobre novos temas, ou melhor... antigos e conhecidos temas, em novas roupagens... mas sensível e mais profundo.
E é disso que quero falar com você!

Tenho mergulhado há muito tempo nos dilemas do corpo e suas respectivas superações e, nesse percurso tenho lidado com diferentes experiências, pessoais, sociais e profissionais. Tenho aprendido muito e desfrutado de grandes descobertas, dentre elas, a mais importante se encontra na confirmação de que a subjetividade é a única capaz de superar obstáculos. Por mais que existam ferramentas de transformação, estratégias, "receitas" e, até mesmo, "dietas", mudar o corpo é, em última instância, movimento particular de escolhas pessoais. De resto, seguir regras, normas e padrões, de nada valem, pois somos humanos e detemos o poder da escolha. Sendo assim, por mais que tentemos seguir, seguir e seguir, sempre falhamos... "ainda bem!". A falha, neste caso, nos convoca a reconexão com o essencial... Nossa forma particular de se apoderar do cuidado de Si.

Então, para fortalecer esse laço, pretendo compartilhar ensinamentos sobre um tema que me toma nesses últimos tempos... Vulnerabilidade e Perfeição!
Tenho estudado  a abordagem de Brené Brown, uma pesquisadora sobre vulnerabilidade, perfeição, vergonha e outros conceitos. Muito tem me acrescentado... e espero que acrescente a você, também.
Minha intenção é publicar alguns trechos do seu livro "A arte da imperfeição" a fim de levantar questionamentos produtivos.

Um convite para me acompanhar nessa jornada!
No próximo post, estarei publicando o primeiro trecho...
Estarei aguardando por você, num espaço de troca e reflexão!
Até breve!

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Carta aos meus 50 anos


11/04/1964
Carta aos meus 50 anos
Esse encontro foi marcado há 50 anos e eu nunca tive certeza se ele se realizaria. Não conseguia imaginar de que forma estaria, mas aguardava a chegada desse dia, buscando viver, de forma possível, cada segundo da vida.

Atenta às vozes do mundo, era comum escutar a conclusão: “Vou fazer 50 anos, estou ficando velha!” Isso me fazia pensar como seria para mim...  Muitas vezes as pessoas falam, “Eu não quero envelhecer!” e isso ajudou na qualificação do meu encontro, pois quem não quer envelhecer, abre mão de continuar a viver. Essa não era a minha intenção.

Sendo assim, estou aqui, pronta para os meus 50 anos, com as cicatrizes que a vida me trouxe, mas, sobretudo, com a pele muito boa... me propondo a dar continuidade à jornada, acrescentando temperos, dando sabor ao  meu desejado caminho de envelhecimento.

Estou aqui, de braços abertos e coração vibrante para celebrar a data, com uma bela taça de espumante na mão. Descobri que fazer 50 anos é nada mais, nada menos, do que olhar na linha do tempo reconhecendo tudo que fui capaz de transpor para garantir minha qualidade como pessoa e como participante do mundo. Percebo minhas limitações e potencialidades e sei que muito mais, tenho a fazer.

Agradeço a todos que participam e participaram desse processo, sobretudo ao meu marido e às minhas filhas, que entre trancos e barrancos, estiveram lá, junto comigo a cada dia, e hoje, para minha mais profunda alegria, me acompanham brindando o encontro com os meus 50 anos que, enfim, se realiza.

Trago no bolso um regulamento para a próxima temporada...

REGULAMENTO
Eu não juro nada
por coisa alguma,
pois que todo caminho é de incerteza.
A ordem se desarruma,
a história se desajeita,
o arranjo troca de lado e vira a mesa.
Tampouco prometo.
Nesse jogo de regras e tratos,
rolam os dados,
mudam os fatos,
num ciclone célere, inclemente.
Só o que posso é me entregar completamente
a toda causa que eu me dedicar,
a cada tempo que eu puder viver,
a cada amor que me fizer amar.

“Amor a céu aberto”, Flora Figueiredo

quinta-feira, 20 de março de 2014

Para refletir...


O significado de abrir mão da obsessão com a comida não é ter um corpo mais magro, nem usar tamanho menor de calças, mas abir mão de sua proteção contra a dor, pois, quando você se protege da dor, protege-se da intimidade. Quando você permite que a dor seja visível, pode dar voz a ela. E quando você lhe dá voz, pode libertar-se dela.

A paz e o contentamento são sentimentos que necessitam ser praticados para serem aprendidos. Não são consequência do sucesso, do amor ou da magreza. São, entre outras coisas, consequência de se parar no momento presente e olhar à sua volta. Para aqueles que quando crianças se sentiam como se ficar quieto significasse ser esmagado, contentar-se é percebido como uma ameaça à nossa sobrevivência.

O primeiro passo para a cura é dizer a verdade. Quando reconhece suas perdas, lamenta-as. Quando as lamenta, deixa de lado sua própria definição feita a partir de quanto e a que profundidade abusaram de você. Você começa a viver no presente em vez de viver em relação ao passado.

Enquanto come compulsivamente, sua vida diz respeito ao que você come, quanto come, quanto pesa e que aparência terá e como será quando parar de comer por compulsão. Sua dor parece relacionar-se com a comida, a força de vontade e uma determinada aparência. Porém, sua dor não é o que parece ser. E se você não reconhece essa dor, não pode livrar-se dela.

Trechos retirados do livro "Carência afetiva e alimentação", Geneen Roth

Saiba escolher entre a implosão e explosão


Na falta de uma terceira opção, entre a implosão e a explosão, escolha sempre que possível, a explosão.
Não como forma de destruição, mas sobretudo como forma de expressão.
Pois a implosão, ardilosamente destrói, enquanto que, a explosão, por ficar às vistas oferece a chance de uma reconstrução.

Lembre-se de que discussão, não necessariamente, precisa se transformar numa briga.
Pode até ser um caloroso debate, mas se a expressão não encontrar espaço, corre o risco de provocar muito mais estrago do que podemos imaginar.

O desafio é discernir a forma de explodir, quando isso se faz necessário, e com quem explodir, pois há quem não saiba discutir sem brigar. E quando encontramos alguém inabilitado para nos acompanhar na discussão, o resultado geralmente, não nos leva à produção. Sendo assim, evite essas pessoas e desenvolva relações verdadeiras, onde expressar-se é uma real possibilidade.

Identifique, assertivamente, a hora que sacudir a juba é a melhor atitude para dar-se ao respeito!

sábado, 8 de março de 2014

Dando corpo à Mulher que Você É!


Hoje, no Dia Internacional da Mulher, gostaria de propor uma reflexão sobre o valor do corpo de uma mulher. Não pense que vamos defender aqui, os corpos sarados, magros e desejados... apesar deles, também, terem o seu valor.

O momento agora é priorizar o Ato de Dar corpo à Mulher que Você É!
Afinal a data tem sua origem na luta pela defesa do lugar que deveríamos ocupar neste planeta em detrimento da desqualificação tão normatizada em nossa sociedade mundial.
Essa história de que "lugar de mulher" é esse ou aquele, denigre a dimensão de quem somos e do que somos capazes de fazer.
Não importa se Você, Mulher, desempenha a função materna, doméstica, profissional, política e até mesmo função "madame". O que vale é perceber e identificar de que lugar você ESCOLHE a função que desempenha.

Pare e pense... você é o que é, por que? Porque alguém disse que esse era o seu lugar? Porque julga-se incapaz de ocupar outro lugar? Porque tem dúvidas a respeito do seu real desejo e sua real possibilidade?
Se este for o seu caso... calma, não se sinta desprestigiada nem desmotivada... isso provavelmente, deve ser efeito de uma cultura que busca nortear lugares e espaços pre determinados para ocuparmos e, na maior parte das vezes, temos que fazer muito esforço para quebrar esse padrão.

Então, vamos aproveitar a data de hoje para juntar forças, e ao invés de buscar a igualdade entre homens e mulheres, buscar internamente junto à nossa essência, o nosso querer.
Queira! Queira muito... mas preste atenção ao valor real do seu querer!
Queira ser quem é! Já sabe sobre isso... então, queira... não sabe ainda... permita-se querer saber!
Não estou sugerindo o levante para uma luta desgovernada em busca do poder. Estou sugerindo que nos levantemos em busca do que, de fato, podemos... e podemos muito! Basta querer!


Sendo assim, neste dia que deveria manter a conexão com o fato histórico e não com a bobageira mercadológica que insiste em transformar a data em um grande bibelô, desejo a Você, Mulher, que ultrapasse a superficialidade da busca de um corpo padrão imposto por uma sociedade limitada em suas percepções e, construa o caminho possível,
 "Dando corpo à Mulher que Você É!"

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Insight de uma cliente...


Veja se consegue imaginar os efeitos desse insight sobre a mudança do seu corpo...
Como você identifica sua "intenção positiva" quando tenta cuidar do seu emagrecimento?
Como você identifica sua "luz e sombra" no seu processo de emagrecimento?

Logo abaixo, você vai ler um depoimento enviado por um cliente, numa experiência familiar.
Disse a cliente:

Laura, estou maravilhada!
Estive refletindo sobre a "intenção positiva" e a ideia de " luz e de sombra".
Eu peguei uma situação real minha mesmo, uma questão minha mesmo e comecei a refletir sobre ela e a observá-la por meio da intenção positiva e das luzes e sombras!
Laura eu não conheço direito a obra de Ken Wilber não, mas o pouco que tenho conhecido tem me deixado maravilhada! Tinha uma situação particular minha com minha filha que vinha me deixando muito chateada, mas que eu não sabia como lidar com ela e além do mais estava começando a me culpar por conta disso.
Deitei na minha cama e fui refletir sobre ela.
Laura, a primeira coisa que consegui foi me livrar da culpa. Laura, como a culpa paralisa a gente! É incrível isso!
Eu comecei a refletir e percebi que eu estava "presa" na seguinte situação:
* Por um lado me sentia frustrada por não estar conseguindo educar minha filha. É que do jeito que eu estava tentando fazer com ela não estava resolvendo, só estava piorando as coisas.
*  Por outro lado estava me sentindo culpada por pensar que cobrando dela do jeito que eu estava cobrando eu estava sendo injusta, que não estava sendo uma boa mãe.
Então simplesmente estava me vendo sem saída e presa em minha culpa porque de todo jeito que eu fizesse era culpa na certa. Ou por achar que não estava exercendo minha função de mãe de educá-la ou por achar que estava sendo uma mãe malvada com ela rsrs
Laura, refletindo eu pude perceber que minha intenção era sim positiva e que o mapa que eu estava seguindo é que estava distorcido. Minha intenção era boa sim, pois eu estava tentando educar minha filha, minha intenção era a de cuidar dela, só que eu não estava conseguindo traçar um caminho que me levasse a isso de fato. Reconhecer a positividade de minha intenção já retirou um fardo enorme das minhas costas, porque antes eu já estava até me rotulando por ser uma mãe ruim e talz e isso em nada estava ajudando.
Em seguida, pude me abrir para pensar:" se isso não está funcionando, será que houve alguma outra coisa que eu fiz em outra época, outro dia que funcionou? Ou mesmo alguma ideia do que eu possa tentar e ver se funciona?
Então Laura, eu lembrei de coisas que fiz em outra época e que funcionaram e consegui resolver a situação!
Foi uma experiência mais que positiva, foi 10!
Beijos
(L. M. B. - Uma cliente querida)

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Procurando paz...


A paz, também, passa pela validação do desconforto.
A negação do conflito desarmoniza.
Enfrente, confronte, nomeie...
Dê voz às suas sensações, nomeie seus sentimentos.
Isso lhe criará condições para superar os obstáculos.
Lembrar que as sensações, sem significado, permanecem atuando e afetando o corpo.
Sendo assim, cuidar das distorções corporais, inclui fundamentalmente, cuidar do desconforto proveniente dos conflitos de todas as ordens.
Não permaneça conectado, apenas, no sofrimento atribuído ao corpo que insiste em permanecer grande, ultrapasse essa barreira e encontre o que, de fato, impede seu estado de paz. Seu corpo agradece e, provavelmente, se harmonizará com sua alma.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Permita-se!


Permita-se, de vez em quando, uma guloseima de "bom gosto".
Você vai se satisfazer e vai esvaziar o pensamento do "não posso", "não devo".
Lembrar que o perigo está na proibição que, na maior parte das vezes, torna-se uma perseguição e quando quebramos as barreiras, tendemos à exacerbação!

Quer saber como preparar essa delícia?
Clique no Aprendiz do Sabor

Bombom de morango


Bombom de morango
Lave os morangos e seque-os bem. Leve ao fogo 1 lata de leite condensado com 1 colher de sopa de mel e 1 colher de sopa de manteiga. Mexa até soltar do fundo da panela e espere esfriar. Derreta as 300 g de chocolate meio amargo em banho-maria ou no microondas. Envolva o morango com a massinha do doce de leite condensado e depois mergulhe no chocolate derretido.Coloque numa assadeira e leve à geladeira para endurecer. Pronto! Esta maravilha dos céus já pode ser apreciada!
Fonte: Meu carrinho

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Medida certa!


Qual a medida certa para o corpo de gente como a gente?

Você deve estar pensando que vamos falar da medida certa do corpo...
Pois é... mas o que vamos fazer, é questionar esse jargão tão conhecido, ultimamente.
Em primeiro lugar o que vem a ser "medida"?
Segundo Michaelis, "medida", quer dizer: Grandeza determinada que serve de padrão para avaliar outras do mesmo gênero. E "certa", quer dizer: Verdadeiro, não tem erro, evidente.
Sendo assim, cabe uma boa reflexão, certo? Evidente!
Quando sugerimos, uma "medida certa", estamos na verdade, sugerindo "um padrão que não tem erro".
Ok! Até aí, tudo bem... podemos relacionar essa conclusão com algumas evidências, por exemplo, o valor que se atribui à uma questão de prova de "múltipla escolha". A "medida" precisa ser "certa". Cada questão acertada vale o mesmo ponto para todos. É um padrão! Não tem erro... e, é bom que não tenha.
Porém, quando importamos essa máxima "medida certa" para questões do corpo... Hum... aí o contexto sofre uma alteração radical. Concorda comigo?
Que "padrão sem erro" se adequaria ao suposto tamanho do corpo?
Pensa comigo!
Tem alguma medida que podemos chamar de verdadeira, quando se trata de corpo de pessoas?
Não, não tem!
Ah... você pode estar pensando... então, ela quer dizer que qualquer medida vale...
Também, não é assim!
Até porque, estamos falando de gente e quando envolvemos vidas, nada pode ser tratado como qualquer.
Porém, não há como tratar vida de gente baseado em padrão sem erro.
Não somos máquina, não somos brinquedo que se replica em sua ordem natural.
Somos humanos, e como tal, temos como garantia de nossa humanidade, a nossa diversidade.
E a medida na diversidade não pode ser padronizada.
É preciso garantir ao dono do corpo sua mais profunda percepção de Si Mesmo, capaz de avaliar e determinar a busca de seu próprio padrão que, em última instância, inclui a experiência de oscilação.
Encontre sua medida de acordo com sua experiência vivida. É a sua vida que traduz a sua forma e se ela não lhe agrada, reflita, primeiro, se o desconforto é pessoal ou social.
Sendo pessoal, busque caminhos para transformar sua forma.
Sendo social, busque caminhos para transformar a forma que lhe é imposta!
Abra os olhos! A medida não é a certa... é a SUA!

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