Ninguém emagrece efetivamente sem reorganizar a vida e preparar-se para este evento. Emagrecer e ficar magro é uma condição que exige competência para lidar com a força imposta pela nova imagem corporal adquirida através do tratamento.
Martins – 1994

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Aprendiz do Sabor

Salada na concha

- alface americana
- tomate cereja
- trevo germinado
- amêndoas em lâminas
- passas brancas
- vinagre balsâmico
- champignon

Para o molho:
- iogurte natural
- azeite - limão - sal

Se preferir outras opções, fique a vontade.
A idéia é montar uma salada para os olhos.

Decore o fundo do prato com um risco de vinagre balsâmico apurado em fogo brando
Deite na folha de alface uma porção de cada ingrediente sugerido ou escolhido.
Para o molho, tempere o iogurte com limão, sal e azeite.

Agora é só desfrutar do belo visual e saborear o momento
que vai muito além de um simples prato de salada!
A vida promovendo a arte e a arte promovendo a vida...

Bom apetite!
Essa é uma boa ugestão para acompanhar o
Peixe Encantado


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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Agenda - Curso 90 Minutos

Curso 90 Minutos
Venha fazer parte dessa Rede de Aprendizado
Sábado / Mês - 16h às 17:30h
Agenda / 2010
Emagrecer com a Psicologia - 30 de outubro
Cardápio Psicológico - 13 de novembro
Emagrecer Integral - 11 de dezembro

Uma vez por mês, abordaremos em 90 minutos, um novo tema para dinamizar a
mudança do corpo e da vida de dentro para fora.

Nesse trimestre inaugural, vamos apresentar 3 temas importantes.

O 1º, Emagrecer com a Psicologia, em 30 de outubro, visa esclarecer sobre o cuidado do corpo a partir do cuidado dos sentimentos. Aqui você aprende a reconhecer seu universo interno e toda sua importância no processo de emagrecimento.

O 2º, Cardápio Psicológico, em 13 de novembro, visa apresentar uma estrutura de cuidados a partir do prisma emocional. Aqui você aprende a aplicar elementos importantes no seu cotidiano, dinamizando seu processo de emagrecimento.

O 3º, Emagrecer Integral, em 11 de dezembro, visa apresentar uma metodologia prática aplicada em 4 quadrantes, Aqui você aprende a aplicar essa metodologia reconhecendo, transformando e integrando as 4 dimensões da experiência humana.

A partir de 2011, um sábado por mês, estaremos abordando temas relacionados a
cada quadrante, promovendo o grande aprendizado do
Emagrecer Integral com Práticas Integrais.

Facilitadora: Laura Cavalcanti

Inscrição:
(21) 2432-8364
contato@emagrecerdoi.com.br

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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Pensar Diferente


Ao contrário do que se pensa...

Emagrecer não é tirar o alimento da nossa vida...
É diversificá-lo, com o objetivo maior de alimentar não só o corpo como a nossa alma.
Quando nos permitimos abrir espaço para servir outras delícias no nosso prato da vida,
temos a chance de encontrar e saborear os milagres da natureza.
Alimente-se de natureza
Alimente-se de alegria
Alimente-se de boa companhia
Alimente-se de música
Alimente-se de livro
Alimente-se de poesia
Alimente-se de esporte
Alimente-se de dança
Alimente-se...

Aqui está um belíssimo Banquete que compartilho com você.
Esse é um pequeno flash da Exposição de Orquídeas que visitei, ontem, dia 26/09.
Aconteceu aqui no RJ, Jardim Botânico. Local ideal para alimentar a alma.
Ofereço com carinho, para que você possa refletir sobre o seu processo de emagrecimento.
E conclua junto comigo que para emagrecer, não é preciso tirar a comida, é sim, diversificá-la.
Bom apetite!











Sente-se alimentado(a)?
Então...
Sempre que sentir aquele vazio que faz você comer exacerbadamente,
lembre-se que aqui encontrará o cardápio adequado para alimentar sua alma.
Seu corpo agradece!

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Dica da Semana

Quem já não ouviu falar que para emagrecer é só ter força de vontade?

Não é a força de vontade que nos transforma, porque nesse caso temos que fazer força para sentir vontade - Esse movimento é de fora para dentro.
A direção produtiva, ao contrário, é ter vontade da força. Nesse caso, a nossa própria vontade nos permite acessar nosso mundo interno e alcançar a fonte da nossa própria força - Esse movimento é de dentro para fora.

Enfim... Mudamos simplesmente pela nossa vontade e não pela força de vontade. Não precisamos fazer força para sentir vontade... Podemos sentir vontade para acessar a nossa força!

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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Dica da Semana

Ninguém emagrece efetivamente sem reorganizar a vida e preparar-se para este evento. Emagrecer e ficar magro é uma condição que exige competência para lidar com a força imposta pela nova imagem corporal adquirida através do tratamento.
Martins – 1994

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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Divã Responde

Pergunta ao DivãNão sei mais o que fazer. Sei qual caminho é o melhor, tem dias que faço tudo certinho, alimentação,creme no corpo, coscientização. Mas tenho muitas crises de compulsão, como sem ter fome física, sem vontade e me reprovando. Não sei parar, chega a doer o estômago. Fico triste pois tem vezes que me amo e me cuido, mas procuro na comida um prazer, uma diversão, já que não faço nada em casa, minha vida social é só pela manhã na escola e o resto do dia fico no computador, lendo livro/revista ou TV. Percebo que me cobro constantemente. Me ajudem!! (D. R.)



Comida é um prazer, uma diversão
Resposta do DivãA comida pode sim, ser um prazer e uma diversão. Porém, somente quando esse prazer está relacionado com o desfrute do sabor daquilo que comemos. Desfrutar o sabor é direito humano. A comida foi feita para alimentar corpo e alma, isso inclui atender a fome e a vontade de comer. Por outro lado, não podemos excluir uma dura realidade, em que projetamos na comida a possibilidade de encontrar o prazer que nos falta fora dela. É doloroso reconhecer como uma única fonte de prazer, o ato de comer, principalmente porque essa diversão é momentânea e seguida por muita de culpa.
Esse é o maior sinal de que, na verdade, não há diversão, nem mesmo prazer. O que fazer então? Primeiro admita que não há prazer nessa atitude distorcida. A partir daí, é possível perceber que o problema não é a comida. É o que está por trás da comida. Afastando o foco de atenção que recai sobre o comportamento indesejado do comer exacerbado, vamos encontrando os reais fatores que nos levam ao sofrimento. Sofrimentos não identificados que precisam ser nomeados. Quais são eles? Só você pode saber. Pode ser dificuldade de se permitir ser feliz e se oferecer os prazeres da vida. Pode ser o conflito entre o certo e o errado que confunde nossas decisões, na medida em que, não sabemos se atendemos as demandas do mundo ou se atendemos nossas próprias demandas. Pode ser a dificuldade de lidar com a frustração. Pode ser o medo de enfrentar o novo e correr o risco de se machucar e se decepcionar. De qualquer forma é importante entender que por mais doloroso que seja a situação, nossa intenção é nos preservar, mesmo que seja de forma distorcida. Procure identificar os medos e se não for possível fazer isso sozinha não hesite em buscar ajuda. Os medos são superáveis e para além deles, existe vida que merece ser vivida.
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domingo, 12 de setembro de 2010

Dica da Semana

Habite seu corpo a partir de dentro...
Você vai perceber que não haverá outra opção que não seja, cuidar dele.
Aproprie-se de sua casa primeira, invólucro de sua alma.
Sua vida agradece!
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Aprendiz do Sabor

Peixe Encantado

Chamo de encantado porque ele é fácil, saudável, aromático e muito saboroso.
É só dar asas à imaginação e à simplicidade.
Faça o mesmo... crie, também, o seu peixe encantado.

Os vasinhos, são as ervas que uso para temperar o peixe: orégano e manjericão.
Começo cortando a cebola e descascando o alho. Fica uma delícia, quando assados.

Vão ao forno primeiro porque demoram mais para assar.
Quando começar a ficar macio, é hora de colocar o peixe.

Coloco o peixe que foi previamente temperado com sal, alho e limão.
As rodelas de abobrinha vão por cima. Finalizo com azeite e as ervas.

Volta tudo para o forno. O tempo de assar o peixe, é o tempo de assar o legume.
Gosto do ponto mais crocante da abobrinha.

Hora de montar o prato.
Hora de se oferecer a estética do prazer.

Com delicadeza e amorosidade...

Para acompanhar... Salada na Concha

E, para quem gosta... vinho branco ou vinho verde.
Bom apetite!

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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Dica da Semana

Não desista de enfrentar sua própria história,
aprendendo o que for necessário e
transformando o que for preciso.
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terça-feira, 24 de agosto de 2010

Pensar Diferente

Evolução da cozinha brasileira

Feijão, farinha e carne seca. Qualquer paladar, depois de alguns dias, facilmente se cansaria dessa combinação.

Mas foi a partir dela que a cozinha brasileira começou a evoluir e enriquecer, até chegar aos dias de hoje.

É o que avalia a dissertação de mestrado da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, A transmissão do conhecimento culinário no Brasil urbano do século XX, apresentada no Departamento de História Social da faculdade pela historiadora Débora Santos de Souza Oliveira.

Cozinha fora de casa

Débora, formada em Nutrição, conta que a cozinha ficava fora de casa na época da escravidão. "A comida era feita do lado de fora e levada para a sala de jantar".

Isso acontecia porque as refeições da casa eram preparadas pelos escravos e também porque grande quantidade de sujeira e fuligem se acumulava em torno do fogão, na época, a lenha.

Segundo a pesquisadora, foi somente a partir da cultura cafeeira que esse retrato mudou - principalmente na região Sudeste do Brasil, área de principal enfoque em seu trabalho.

"O dinheiro proveniente do café impulsionou a industrialização e permitiu, entre outras coisas, a chegada do fogão a gás, a mudança de panelas de barro para panelas de alumínio e água encanada. Então a cozinha pôde ser um dos aposentos internos da casa."

Cozinha dentro de casa

Com o fim da escravidão, a mulher do início do século XX se deparou com uma cozinha dentro de casa, sem escravos para cozinhar as refeições diárias. "Sem os serviçais e podendo utilizar dos benefícios da eletricidade, a mulher começa a cozinhar de um modo diferente, obedecendo a novas regras e costumes", aponta Débora.

Nesse momento, as indústrias alimentícias começam a evoluir no País. Com elas, as propagandas de preparo de alimentos também: ingredientes mais simples e tempo reduzido para cozinhar foram fatores que ganharam força.

Após a Segunda Guerra Mundial, a industrialização crescente no Brasil levou ao crescimento da produção e venda de eletrodomésticos. Dessa forma, também ficou mais simples adicionar outros elementos à culinária brasileira, como os diferentes sabores trazidos por imigrantes.

"Italianos e espanhóis eram alguns dos imigrantes que desistiram de viver do trabalho agrícola e se tornaram pequenos comerciantes no Brasil", conta Débora. "Essa variedade na alimentação chega até os dias de hoje, especialmente em São Paulo, em que se come todos os tipos de comida."

Inovações gastronômicas

Com a evolução da gastronomia, chega-se ao que Débora chama de comida contemporânea. Segundo ela, a comida passou a ditar um nível social. "Se você sai de casa para apreciar uma comida que não é usual, você é uma pessoa diferenciada". Débora também conta que não é só a comida gourmetque dita essa diferenciação. "Um escondidinho de carne seca é nada menos do que charque e purê de mandioca. Ao gratinar a comida e colocá-la em uma porção individual, ela ganha outra identidade", explica.

A comida orgânica também assume um novo papel. "Uma salada quente, usando ingredientes como quinoa, já define como a cozinha orgânica evoluiu. E a partir daí vão se desenvolvendo 'tribos', cada uma com seu gosto culinário".

Débora explica que, por causa disso, as indústrias alimentícias também trabalham o conceito de "comida ética", que informa o consumidor que a carne vem de um animal que foi criado solto, ou que a industrialização de algum alimento não utilizou mão-de-obra infantil, por exemplo.

Por fim, a pesquisadora conta que as classes sociais também traçam seus perfis por meio dos alimentos que compram. "A indústria de alimentos passa a ser uma indústria de conveniência que quer atingir melhor as classes A e B e também influenciar a crescente classe C".

Segundo Débora, as pessoas com maior poder aquisitivo são aquelas que buscam, nos alimentos semiprontos, uma comida com mais glamour e mais saudável. "São pessoas que leem rótulos e que querem saber o que estão comendo". A classe C, em contrapartida, busca aquilo que via as classes A e B consumirem.

Ela é o grande público-alvo das indústrias de alimentos atualmente, para que essas possam garantir grande volume de compra. "Ao contrário das pessoas que já estão cansadas de comprar lasanhas instantâneas, as que integram a classe C buscam esse tipo de alimento, já que agora podem comprá-lo."

Fonte: Diário da Saúde

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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Dica da Semana

Distraia-se consigo mesmo e Revele sua densidade interior.
A superficialidade não é feliz!
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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Projeto Social

Projeto Social EMAGRECER DIFERENTE!
Menos Peso e Mais Confiança

Seleção de candidatos para Atendimento em Grupo

Responsabilidade Social - "Emagrecer diferente!"

Cuidar do corpo, cuidando dos sentimentos.


Aprendiz do Sabor

Geléia de Ameixa

Cubra com água uma quantidade de ameixa sem caroço. Leve ao fogo brando.

Quando as ameixas estiverem bem macias... retire do fogo e...

É só processar com mixer ou bater no liquidificador.

O ponto ideal você escolhe... mais granulada ou mais afinada.

Guarde em recipiente fechado, na geladeira.

Uma geléia gostosa e sem açúcar.
Se quiser pode adoçar um pouco... mas o sabor da fruta é sempre mais gostoso ao natural... experimente antes de adoçar, talvez você perceba a qualidade do sabor.

Essa geléia combina muito com o Pão de Cenoura e o Queijo Caseiro

Bom apetite!
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Dica da Semana


Coma devagar para escutar seu corpo.
Procure não abafar a resposta...
Pergunte-se!
Por que estou comendo essa comida?

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Artigo em Destaque

Mania de sofrer

“Quero, mas não consigo!”. Essa é a queixa mais presente no universo de quem busca, distorcidamente, melhorar sua qualidade de vida e conquistar o que deseja. Envolto por um padrão de frustração, desânimo e desesperança, esse alguém expressa na sua dor, a incapacidade de mudar.

Essa cena, tão comum, me desperta questionamentos. Sendo assim, tamanha desesperança, por que essas pessoas continuam buscando melhor qualidade de vida? Não seria mais lógico e coerente desistir? Por que, nesses casos, as lamentações andam em parceria com o desejo realizador? Não há como escapar da conclusão sobre aquilo que subjaz a esses paradoxos – a atração pelo sofrimento. Porém, essa força atratora, ao contrário do que parece, não intenciona a manutenção do sofrimento. Ela nos defende de um medo maior do que a impressão assustadora de nossa incapacidade.

Ninguém acorda com a intenção de ser infeliz. Porém, no decorrer do dia, quantas vezes nos deparamos com algo positivo e desejável e, no entanto, nos afastamos e nos desviamos, rumo ao conhecido padrão de frustração. Pergunte-se a si mesmo: Quanto tempo do seu dia, você permanece com sua atenção voltada para as dúvidas em relação às suas conquistas? Pois é... Muito tempo, não é mesmo? É sempre mais forte a lembrança daquilo que nos frustra do que nossas positividades. Lembrar que as duas forças coexistem e, na maior parte das vezes nos desviamos da força positiva, acreditando que a vida é um grande sofrimento.

Do que você tem medo? O que te faz feliz? Tem medo de não emagrecer? Ser magra te faria feliz? Será que a vida é somente a realização da forma do corpo? Será que a realização da forma do corpo garantiria a sua felicidade? Vou perguntar novamente: o que te faz feliz?

Parece que a impressão da própria incapacidade não é tão assustadora quanto à possibilidade de uma vida realizável. Isso nos ajuda a entender a mania de sofrer que nos captura e nos mantém, em última instância, protegidos do risco de viver. Não tenha medo de sentir medo. Arrisque-se!

Laura Cavalcanti - Psicóloga/RJ